terça-feira, março 10, 2009

“Terra a vista”.




Todos nos temos aquela parte de pensar que a vida não nos facilita em nada…Vendo bem??? Até não deixa de ser falso… a vida é como um barco a deriva, nem sempre o vento sopra a favor… eu penso que um dia ainda vou chegar a bom porto, mas o mais difícil desta viagem é definir o ponto onde isto me leva…???? Em vinte e oito primaveras onde senti que respirar me matem vivo, descobri que nós não definimos para onde vamos, mas sim dirigimos algo que nos leva a um destino. Conheço mais de mil e uma pessoa e não vejo qual a razão porque muitas vezes dizemos que “só acontece comigo”.

Descobri finalmente o que já a muito está escrito no livro da vida… nós não pertencemos ao mundo que queremos moldar… pertence-mos sim, aquela maré que mos leva a terra firme, e que mostra o espírito que me tem vindo a conduzir. Havias de ver…é espectacular… fiel, amigo, trabalhador, sincero e muito inteligente, ao fim ao cabo ele sempre fez parte de mim, e foi com ele que aprendi a conhecer-me sem ter orientação alguma.

Normalmente nós somos guiados por algo com mais experiência... acontece que nem todos têm essa sorte. Sorte que define quem é que sobra para uma sociedade “fina”, em que os menos afortunados sofrem as consequenciais.

Mais uma vez em verso escrevo…

Eu vou encontrar-te um dia nem que seja por exclusões de partes…
Tu futuro! Está sempre a ensinar e eu a aprender.
Sei que já estives-te mais longe de te compreender…e isso só mostra que és fraco, previsível, e metódico o que me leva a tornar a dizer.. “Terra a vista”.

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